Quase que não conseguia, quase que não chegava a tempo, quase que não acontecia, quase. Mas aconteceu, eu cheguei a tempo.
Vivi um «quase» pesadelo, mas no fim acabou por ser um sonho bom. O concerto na Estação Central esteve quase para não acontecer, ou antes, não ia acontecer comigo no palco.
Fiz de tudo para sair mais cedo de casa, para não me atrasar, e atrasei-me, tinha os meus amigos e toda a Estação Central à minha espera. Vivi momentos de desespero, já só pensava que não ia conseguir atuar, e que podia ser o fim de um projeto que começou há tão pouco tempo e que me faz tão feliz. Mas agora que acabou só posso dizer que foi mágico, e que por mim tinha continuado a cantar pela noite dentro. Já estou a pensar no próximo, e conto com vocês, como sempre, na primeira fila. Prometo que não me atraso mais, prometo que chego antes das doze badaladas!
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